terça-feira, 30 de novembro de 2010

Caneta Photoshop
































Essa é especialmente para os designers e todos aqueles que amam e usam o Photoshop, sabe aquela ferramenta conta-gotas do programa de edição de imagens?
Pois é, o designer coreano Jinsu Park criou uma caneta que faz essa função, só que na vida real, funciona assim: a caneta tem um sensor na ponta, você chega perto de algum objeto que tenha a cor que você deseja, apertando um botão que fica em cima da caneta, esse sensor capta a cor e os tubos de carga em RGB misturam as cores na proporção certa pra chegar no tom que você deseja.
Feito isso é só sair desenhando, e quando quiser uma cor diferente é só repetir o processo, a caneta não tem previsão pra chegar ao Brasil e muito menos especulação de preço.


*Terra ;D

Pesquisadores de Harvard revertem envelhecimento de ratos

No conto "O Curioso Caso de Benjamin Button", de F. Scott Fitzgerald, um homem nasce velho e fica mais jovem a cada dia que passa, um conceito irreal e recentemente trazido para o mundo dos cinemas, com Brad Pitt como o protagonista que desafiava a biologia. Em um laboratório de Boston, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Harvard usaram a engenharia genética para realizar algo semelhante. Eles transformam ratos velhos e fracos em animais saudáveis após uma série de tratamentos experimentais de regeneração de órgãos. 

A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira, ajuda a explicar como certos órgãos e tecidos se deterioram com a idade e, segundo pesquisadores, oferece esperança para que o envelhecimento humano seja retardado ou revertido.













 recuperação dos órgãos suscitou esperanças de que pode ser possível conseguir um resultado parecido em humanos – ou ao menos desacelerar o processo de envelhecimento. Se der certo, o tratamento, que visa aumentar o potencial regenerativo dos órgãos, pode evitar problemas de saúde como derrames, doenças do coração e demência.
O procedimento usado nos ratos consistiu em criar animais geneticamente manipulados que não tinham uma enzima chamada telomerase, que desestimula o processo de morte das células.
Sem a enzima, os ratos envelheciam prematuramente, ficavam inférteis, tinham o olfato prejudicado e cérebros menores. Porém, quando os ratos recebiam injeções para reativar a enzima, ela reparava tecidos danificados e revertia os sinais de envelhecimento após um mês.
Nos humanos, o tratamento é mais complicado. Segundo Ronald DePinho, professor de genética de Harvard que conduziu o estudo, só seria seguro se fosse feito periodicamente e somente com os jovens, que ainda não têm minúsculos aglomerados de células do câncer vivendo em seu corpo. Mesmo assim, ainda é um mistério se o tratamento daria certo e muitos outros testes com animais devem ser feitos antes de qualquer experiência com humanos.

Revista Galileu

*Terra ;D



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Dormir com a TV ligada pode causar depressão

Um estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, sugere que dormir com luzes acesas – seja da televisão, do smartphone ou do corredor – pode provocar problemas de saúde, como câncer de mama, distúrbios do sono, ganho de peso e até depressão.






A pesquisa, envolvendo 16 hamsters, estabeleceu uma ligação entre exposição à luz e depressão. No experimento, todos os animais passavam 16 horas por dia sob luzes fortes e, durante as oito horas restantes do dia, metade ficava na escuridão total e a outra metade ficava sob luzes luzes fracas, semelhante às emitidas por uma televisão ligada.



Após 8 semanas, os hamsters que estavam em constante exposição à luz tiveram o desempenho significantemente prejudicado em uma série de testes de humor – por exemplo, eles beberam 20% menos açúcar que o resto do grupo e desistiam muito mais cedo em uma atividade de natação.
Além disso, os pesquisadores notaram diferenças no cérebro que indicaram menos comunicação entre as células nervosas, algo também observado em pessoas com depressão grave.
A explicação destas diferenças pode estar ligada à melatonina, que é produzida quando estamos no escuro. Com até mesmo a menor quantidade de luz durante a noite, o corpo libera a quantidade errada de melatonina. O hormônio age como um antioxidante, regulando nosso ciclo biológico e nos ajudando a adormecer, além de controlar a liberação de outros hormônios.

Revista Galileu 
*Terra ;D


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Chuva II

Classificação. Em geral, as chuvas se classificam, do ponto de vista técnico, em três grandes grupos, de acordo com a quantidade de líquido ao longo de um determinado intervalo de tempo denominado índice pluviométrico. A unidade de medida utilizada é o milímetro, que representa a altura relativa à quantidade de água precipitada sobre uma proveta graduada. Assim, as chuvas ligeiras são aquelas correspondentes a uma precipitação inferior a 2,5mm por hora; as moderadas, a índices de 2,8 a 7,6mm; e as pesadas, a índices superiores a 7,6mm.


Medições pluviométricas. A quantidade de precipitação pode ser medida pelos pluviômetros e registradores pluviométricos. O pluviômetro mais comum consta de um recipiente cilíndrico com vinte centímetros de diâmetro, de fundo afunilado, que transporta a água precipitada para um tubo também cilíndrico de cinqüenta centímetros de comprimento e cuja seção é de 1/10 da do recipiente. Assim, para cada 2,5cm de chuva, a água terá 25cm de altura no tubo, o que propicia medições de quantidades precipitadas com bastante precisão.
O tubo é ligado a uma escala graduada, e o funil receptor se ajusta a um recipiente externo, de vinte centímetros de diâmetro, que conserva o excesso de água, pois o tubo interno só guarda cinqüenta centímetros de precipitação e, passado esse valor, transborda. No caso de registradores (pluviógrafos), o funil receptor tem, normalmente, 25cm de diâmetro. O peso da água retida num cilindro de vinte centímetros aciona uma mola, que transmite o movimento a um ponteiro, o qual o registra num cilindro giratório submetido a um mecanismo de relógio. À medida que a água se acumula, uma bóia na parte inferior do cilindro sobe, indicando a altura da precipitação dentro do tubo interno.



Distribuição geográfica. As zonas de maior pluviosidade são as que coincidem com as áreas de convergência do ar. Nesse sentido, distinguem-se quatro regiões distintas: equatorial, extratropical, montanhosa e anticiclonal. Na região equatorial, nota-se a convergência do ar tropical dos ventos alísios e do próprio ar equatorial, o que resulta em ascensão constante de ar quente e úmido. À medida que a corrente convectiva se eleva, arrefece e produz-se a condensação de cúmulus-nimbos, responsáveis pelas chuvas torrenciais de curta duração conhecidas como chuvas de convecção.
Já na região extratropical ocorrem zonas de convergência do ar quente de origem tropical e do ar frio polar, marcadas por depressões barométricas. Produzem-se chuvas ciclônicas provenientes ora do avanço do ar quente sobre o ar frio, ora do ar frio sobre o ar quente. Podem ser incluídas nesse tipo as chuvas da China central, as da monção de verão e as de inverno, resultantes das invasões ciclônicas que se deslocam em direção ao nordeste.
Nas regiões montanhosas, geralmente situadas perto do mar, como encostas em posição paralela ou oblíqua aos ventos úmidos, a precipitação aumenta com a altitude até certo nível, cujo limite varia com a latitude. Daí em diante, outras condições passam a prevalecer. Normalmente, as montanhas das latitudes tropicais e subtropicais, situadas nas costas orientais dos continentes, são bem mais favorecidas pelas chuvas do que as das costas ocidentais, nas mesmas latitudes.
Fato inverso se observa com as montanhas situadas em latitudes elevadas: as mais chuvosas se encontram junto às costas ocidentais, expostas aos ventos de oeste. O ar carregado de umidade, em sua ascensão, esfria-se ao condensar a umidade nele existente e então se precipitam, em aguaceiros persistentes ou em pancadas (conforme a origem do ar que se encontra com a montanha), as chuvas designadas como orográficas. Em contraposição, o ar que desce pela encosta do lado oposto é comprimido e por esse motivo aquecido adiabaticamente. Dessa forma, o tipo de clima da encosta interior se faz inteiramente diverso daquele que reina no outro lado.
Finalmente, consideram-se áreas anticiclonais as zonas de menor pluviosidade no globo, inclusive aquelas em que as chuvas praticamente não existem. O melhor exemplo é o do Saara, situado justamente na faixa tropical e que permanece constantemente sob a influência desse centro de ação atmosférica
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chuva-patos

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Chuva

Precipitação atmosférica mais comum, a chuva é a principal causa da exuberância de paraísos ecológicos como a selva amazônica, o vale do Congo e o arquipélago indonésio, regiões de maior índice pluviométrico do planeta.
Chuva é uma precipitação atmosférica constituída por gotas de água de dimensões variáveis mas, para efeito de classificação meteorológica, superiores a meio milímetro de diâmetro. Como as demais precipitações, a chuva resulta da condensação, decorrente normalmente da ascensão de massas de ar, de gotículas de vapor d"água que se integram às nuvens e formam núcleos de alta densidade.

Origem e formação. A diferença fundamental entre as partículas das diversas precipitações atmosféricas e as contidas nas nuvens é seu tamanho: a massa de uma gota de chuva pode equivaler a um milhão de vezes a massa relativa a uma partícula aquosa de nuvem. O processo por que passam as partículas de precipitação desenvolve-se pela superposição de vários fenômenos físicos, entre os quais a sublimação, a condensação e a aglomeração de partículas, depois dos quais se dá a precipitação propriamente dita.
Durante a sublimação, formam-se nas nuvens aglomerados de pequenos cristais de gelo denominados núcleos de sublimação e que resultam da conversão direta do vapor de água em gelo. Esses cristais aparecem espontaneamente nas nuvens quando estas são submetidas a temperaturas inferiores a -15o C, embora o ponto exato de sua formação varie de acordo com sua natureza físico-química. Podem atingir temperaturas em torno de -40o C, mediante o sub-resfriamento da nuvem sob a ascensão brusca de massas de ar.
Na fase de condensação, pequenos núcleos formados a partir das soluções de cloreto de sódio evaporado da água do mar e de compostos sulfatados provenientes de reações químicas atmosféricas, favorecem o processo da precipitação.
Na fase seguinte, ocorre a aglomeração de partículas em torno dos núcleos de sublimação, graças a mecanismos de colisão e acumulação de moléculas em movimento no interior das nuvens. Quando se inicia a etapa da precipitação, as partículas da nuvem alcançam um peso tal que as impede de permanecer em solução coloidal pela ação das correntes de ar ascendentes, e caem sob o efeito da gravidade.

Retirado do site, biomania


# Mog

sábado, 13 de novembro de 2010

Holograma 3D é popstar no Japão

Hatsune Miku, a maior estrela teen do Japão, não existe. Isto é, não existe na vida real. Hatsune é uma espécie de "avatar" criada pela empresa Crypton Future Media qua consumidores podem comprar e programar para que ela cante qualquer música que esteja gravada no computador.





Agora, na forma de holograma tridimensional, Hatsune Miku arrasta multidões para seus shows em várias cidades do Japão. Os fãs de Hatsune, reprodução holográfica de uma garota de 16 anos, agitam barras luminosas e gritam durante o show como se a artista fosse real.

Segundo reportagem do Daily Mail, a voz de Hatsune foi criada com samples de voz da atriz japonesa Saki Fujita. Todos os samples contêm sons que, quando colocados em série, se transformam em palavras e frases. Assim, os criadores do holograma podem compor qualquer música que o "avatar" irá cantar sem problemas.



Esta é a primeira vez que um holograma tão grande é usado de forma artística desta maneira. Em 2006, a banda Gorillaz usou projeções de hologramas durante shows, mas as imagens eram reproduzidas em telas pretas. A imagem de Hatsune, por outro lado, é exibida no meio do palco, de forma tridimensional, sem o auxílio de telas.


Assista a um trecho da apresentação do holograma:


Revista Galileu
*Terra ;D

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Top 10: Animais estranhos e raros

O site The List Universe fez uma lista de animais com aparência bem estranha. Todos os membros desta seleção ainda vivem entre nós, mas muitos deles estão ameaçados de extinção.
A maioria corre perigo devido ao desmatamento que acaba com o habitat natural dos bichos. Outros animais estão correndo o risco de serem exterminados da Terra justamente por sua aparência incomum que atrai colecionadores, como é o caso do número 2. Veja a lista abaixo:

10. Proteus anguinus


É um anfíbio cego muito comum em águas subterrâneas de cavernas no sul da Europa. Vive exclusivamente em lugares sem luz, é também conhecido pelos habitantes da região como peixe humano por causa da cor de sua pele. Apesar dos olhos atrofiados, seu olfato e audição são muito desenvolvidos. 

9. Tremoctopus violaceus 

Também conhecido como polvo de véu, a fêmea desta espécie é 40.000 vezes mais pesada do que o macho. Enquanto ela mede até dois metros de comprimento, ele chega aos míseros 2,4 cm. A fêmea costuma estender seu véu quando ameaçada para parecer maior e mais assustadora do que já é. 
8. Centrolenidae

As rãs desta família são caracterizadas pela pele quase transparente. Vivem em florestas úmidas da América Central e do Sul. Também conhecida como rã de vidro, quase todos os seus órgãos são aparentes. 

7. Psychrolutes marcidus 

O blobfish, ou o peixe mais feio do mundo, é raramente encontrado vivo. Habitante das águas profundas do mar da Austrália e Tasmânia, tem consistência gelatinosa e densidade levemente menor que a da água, assim é quase levado por ela e usa pouco seus músculos flácidos.

6. Archaeidae

Uma família de aranhas com que só come outras aranhas. A forma estranha, composta por pescoço e pinças alongadas ajuda na caçada. Conhecidas como aranhas assassinas ou pelicanos, são encontradas na Austrália, Madagascar e África do Sul.

5. Sternoptychidae

Esta família de peixe habita quase todos os oceanos, menos os de água mais gelada. Como proteus e blobfish, também vive em ambientes escuros. Conta com órgãos produtores de luz dos lados para enganar predadores.

4. Kiwa hirsuta

Este caranguejo peludo é coberto, na verdade por cerdas semelhantes às de camarões. Ele usa suas cerdas para filtrar a água ao seu redor. Cego e incolor, também vive na escuridão.

3. Phycodurus eques

Este dragão marinho é um peixe que vive disfarçado de alga. Vive na Austrália flutuando em águas superficiais. Por ser muito camuflado, caça por emboscada. Atualmente encontra-se ameaçado.

2. Uroplatus phantasticus

Mais conhecida como lagartixa satânica com cauda de folha, a espécie acima é natural da ilha de Madagascar. Mas, como vários animais da região, corre risco de ser extinta por causa da destruição de seu habitat e caça feita por colecionadores. A lagartixa usa sua aparência para camuflagem e, apesar do olhar satânico, só se alimenta de insetos.

1. Hemeroplanes cartepillar

Parece, mas não é cobra. Trata-se de uma lagarta pouco conhecida e dificilmente avistada que vive nas florestas úmidas do México e América Central. Normalmente ela n”ao tem essa aparência assustadora, mas, quando é ameaçada, ganha as cores e o formato de uma cobra. Além de mimetizar cores, olhos e o formato da cobra, a lagarta simula ataques – inofensivos, já que ela não é venenosa. Esta lagarta fantasiada de cobra está muito ameaçada de extinção por causa do desmatamento.

Revista Galileu
*Terra;D

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Telescópio registra resultado de colisão de galáxias

Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) produziram uma espetacular imagem da famosa galáxia NGC 7252, também conhecida como "Átomos pela Paz". Este amontoado galáctico que se formou após a colisão de duas galáxias dá aos astrônomos uma excelente oportunidade de estudar quais os efeitos da fusão de galáxias na evolução do universo.
O curioso nome de "Átomos pela Paz" foi dado à fusão de duas galáxias, situadas a cerca de 220 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação de Aquário. Estas galáxias que colidiram são suficientemente brilhantes para serem vistas como uma mancha desfocada muito tênue pelos astrônomos amadores. A imagem mais detalhada foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager do ESO, montado em um telescópio no Observatório de La Silla, no Chile.



Esta imagem da Átomos pela Paz representa uma fotografia da colisão, com um caos total libertado, tendo como pano de fundo um campo de galáxias distante. Os resultados do intricado jogo de interacções gravitacionais pode ser visto nas formas das caudas produzidas pelas correntes de estrelas, gás e poeiras. 
A imagem mostra igualmente as incríveis conchas que se formam quando gás e estrelas são arrancados das galáxias em colisão e enrolados em torno do núcleo conjunto. Embora muito material seja ejetado para o espaço, há regiões na qual o material é comprimido, dando origem a uma intensa formação estelar. O resultado é a formação de centenas de enxames estelares muito jovens, com cerca de 50 a 500 milhões de anos, os quais se pensa serem os progenitores dos enxames globulares.
Uma colisão de galáxias é um dos processos mais importantes que influenciam o modo como o nosso universo evolui. Segundo cienistas do ESO, é importante estudar esse fenômeno para obter pistas importantes sobre as alterações nas galáxias. Tais colisões são processos que duram centenas de milhões de anos, o que dá ao astrônomos um imenso tempo de estudo.
A colisão na galáxia "Átomos pela Paz" pode ser uma prévia do destino da nossa própria galáxia. Astrônomos prevêem que dentro de três ou quatro milhões de anos, a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda colidam, tal como aconteceu com a "Átomos pela Paz". Mas você não precisa entrar em pânico: a distância entre estrelas no interior de uma galáxia é tão grande que é bastante improvável que o nosso Sol colida com qualquer outra estrela durante a fusão.
Revista Galileu
*Terra ;D

Seis cachorros mumificados são encontrados no Peru

Arqueólogos peruanos anunciaram a descoberta de seis cachorros mumificados que datam do século 15. Segundo os pesquisadores, os animais eram aparentemente usados como oferendas religiosas em um importante povoado pré-colombiano ao sul de Lima, atual capital do Peru.







Os cães mumificados "têm pelos e dentição completa", afirmou Jesus Holguin, arqueólog do museu de Pachamac, em entrevista à agência AFP. Segundo Holguín, os pesquisadores ainda tentam identificar a raça dos animais.
Os cães mumificados foram encontrados há duas semanas envoltos em um pano e enterrados em uma das pirâmides de barro de Pachacamac. No sítio arqueológico, os arqueólogos também encontraram os restos mumificados de quatro crianças.
Os arqueólogos acreditam que os animais foram usados como oferendas em um ritual funerário. "Não sabemos se o ritual estava relacionado a uma personalidade importante do período Inca", afirmou a arqueóloga Isabel Cornejo, em entrevista ao site Discovery News.
Agora, os pesquisadores devem usar exames de raio-x para determinar a raça dos animais e como eles morreram.



Em seu auge, a região de Pachacamac foi um importante centro cerimonial na costa central do Peru, onde milhares de peregrinos se reuniam trazendo oferendas. Segundo pesquisas, há registros de sacrifícios humanos no local.
De acordo com o site da Discovery News, três diferentes sociedades ocuparam a região, até que os incas assumiram o controle do local por volta de 1400. Eles dominaram a área até serem dizimados pelos conquistadores espanhóis, que chegaram à região em 1532.

Revista Galileu.


*Terra ;D

Nasa divulga imagem de aurora boreal

A NASA divulgou uma imagem tirada da Estação Espacial Internacional que mostra a aurora boreal ao norte da Grã-Bretanha e, numa noite de céu desobstruído por nuvens, o aglomerado de luzes artificiais das cidades de Londres e Paris.


Luz esverdeada da aurora boreal é vista em imagem da ISS
A foto foi clicada pelo comandante Douglas Wheelock, que está a bordo da ISS. Wheelock fez o registro do deck de observação Millennium Falcon, que está voltado para a Terra. Na imagem, Paris e Londres brilham separadas apenas pelo Canal da Mancha, enquanto as nuvens cobrem a visão do lado oeste da Inglaterra.

A aurora boreal se forma nos pólos, quando os ventos solares atingem a atmosfera terrestre. O fenômeno, que colore o céu polar, ocorre geralmente nos meses de Agosto a Abril, e pode ser vista a olho nu durante a noite. No hemisfério sul, o fenômeno é conhecido como aurora austral.

A Estação Espacial Internacional (ISS) está 400 quilômetros acima de nós. Ela já percorreu mais de 2,4 bilhões de quilômetros em sua órbita em torno da Terra desde que foi lançada, em 1998. A NASA celebrou o 10º aniversário da ocupação humana contínua da estação em 02 de Novembro deste ano.

Revista Galileu.

*Terra ; D

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Quem dorme até tarde não é vagabundo, diz ciência

Segundo neurologistas, o que essas pessoas têm é distúrbio do sono atrasado

Shutterstock
Pessoas com o gene da "verpertilidade" têm predisposição para acordar tarde
Alvo de críticas de familiares e amigos, quem gosta de ficar na cama até a hora do almoço pode ter um motivo científico para a "vagabundagem": o distúrbio do sono atrasado. O assunto foi um dos temas abordados no 6º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, que aconteceu recentemente em Gramado.
O organismo humano tem um ciclo diário, de modo que os níveis hormonais e a temperatura do corpo se alteram ao longo do dia e da noite. Depois do almoço, por exemplo, o corpo trabalha para fazer a digestão e, conseqüentemente, a temperatura sobe, o que pode causar sonolência.
Quando dormimos, a temperatura do corpo diminui e começamos a produzir hormônios de crescimento. Se dormirmos durante a noite, no escuro, produzimos também um hormônio específico chamado melatonina, responsável por comandar o ciclo do sono e fazer com que sua qualidade seja melhor, que seja mais profundo.
Pessoas vespertinas, que têm o hábito de ir para a cama durante a madrugada e dormir até o meio dia, por exemplo, só irão começar a produzir seus hormônios por volta das 5 da manhã. Isso fará com que tenham dificuldade de ir para a cama mais cedo no outro dia e, consequentemente, de acordar mais cedo. É um hábito que só tende a piorar, porque a pessoa vai procurar fazer suas atividades durante o final da tarde e a noite, quando tem mais energia.
O pesquisador Luciano Ribeiro Jr. da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em sono, explica que esse distúrbio pode ser genético: "Pessoas com o gene da ‘vespertilidade’ têm predisposição para serem vespertinas. É claro que fator social e educação também podem favorecer”. Mas não se sabe ainda até que ponto o comportamento social pode influenciar o problema.
A questão, na verdade, é que o vespertino não se encaixa na rotina que consideramos normal e acaba prejudicado em muitos aspectos. O problema surge na infância. A criança prefere estudar durante a tarde e não consegue praticar muitas atividades de manhã. Na adolescência, a doença é acentuada, uma vez que os jovens tendem a sair à noite e dormir até tarde com mais frequência.
A característica vira um problema quando persiste na fase adulta. “O vespertino é aquele que já saiu da adolescência. Pessoas acima de 20 anos de idade que não conseguem se acostumar ao ritmo de vida que a maioria está acostumada”, diz Luciano. Segundo ele, cerca de 5% da população sofre do transtorno da fase atrasada do sono em diferentes graus e apenas uma pequena parcela acaba se adaptando à rotina contemporânea.
O pesquisador conta também que, além do preconceito sofrido pelos pais, professores e, mais tarde, pelos colegas de trabalho, o vespertino sofre de problemas psiquiátricos com maior frequência: depressão, bipolaridade, hiperatividade, déficit de atenção são os mais comuns. Além disso, a privação do sono profundo, quando sonhamos, faz com que a pessoa tenha maior susceptibilidade a vários problemas de saúde: no sistema nervoso, endócrino, renal, cardiovascular, imunológico, digestivo, além do comportamento sexual.
O tratamento não envolve apenas remédios indutores do sono, como se fosse uma insônia comum. É necessária uma terapia comportamental complexa, numa tentativa de mudar o hábito, procurando antecipar o horário do sono. Envolve estímulo de luz, atividades físicas durante a manhã e principalmente um trabalho de reeducação.
E as pessoas que têm o hábito de acordar às 4 ou 5 horas da manhã? “O lado oposto do vespertino é o que a gente chama de avanço de fase. Só que esse não tem o problema maior no sentido social. Ele está mais adaptado aos ritmos sociais e profissionais. Os meus pacientes deste tipo têm orgulho, já ouvi mais de uma vez eles dizendo ‘Deus ajuda quem cedo madruga’”, diz o neurologista.
Retirado da revista Galileu


#Morg

sábado, 6 de novembro de 2010

Estímulo elétrico no cérebro melhora habilidade matemática

A aplicação de uma corrente elétrica no cérebro pode melhorar o desempenho matemático de uma pessoa por até seis meses sem influenciar suas outras funções cognitivas, segundo pesquisa da Universidade de Oxford.
A descoberta pode ajudar no tratamento de 20% da população com moderada ou grave deficiência paralevar a tratamentos para os 20 por cento estimado da população com moderada a grave deficiência numérica, como a discalculia, além de auxiliar aqueles que perderam sua habilidade com números como resultado de um derrame ou doença degenerativa, por exemplo.
"Eu certamente não estou aconselhando as pessoas a sairem por aí dando choques elétricos, mas estamos extremamente animado com o potencial de nossos resultados", afirmou o pesquisador Roi Cohen Kadosh, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade de Oxford. "O estímulo elétrico não transformará ninguém em Albert Einstein, mas pode ser capaz de ajudar algumas pessoas a lidar melhor com a matemática", explicou.
Os pesquisadores usaram um método de estímulo cerebral conhecido como estímulo transcraniano por corrente contínua (ETCC). O ETCC é uma técnica não-invasiva na qual uma corrente fraca é aplicado constantemente ao cérebro em um determinado período de tempo para aumentar ou reduzir a atividade dos neurônios. A técnica tem recebido atenção na última década por seu potencial para melhorar as várias funções em pessoas com déficits neurológicos.
No novo estudo, os pesquisadores aplicaram o ETCC especificamente na região do lobo parietal, uma parte do cérebro que é fundamental para a compreensão numérica. Os participantes do estudo tinham habilidades matemáticas normais, mas foram convidados a aprender uma série de números e símbolos artificiais que nunca tinham visto antes, enquanto eles recebiam o estímulo. Os pesquisadores então testaram a habilidade dos participantes para processar automaticamente a relação entre esses números artificiais para o outro e mapeá-los corretamente no espaço usando métodos padrão de teste para a competência numérica.
Os resultados dos testes mostraram que o estímulho cerebral melhorou a habilidade dos participantes do estudo para compreender e interpretar os novos números.
Agora que sabem que o tratamento pode melhorar a habilidade numérica de pessoas com habilidade matemática normal, os pesquisadores planejam testar a sua utilização em pacientes com severa deficiência numérica. Se funcionar, o projeto pode ter consequências importantes, disse Cohen Kadosh. Segundo o pesquisador, a descoberta pode ajudar pessoas que não conseguem fazer tarefas básicas com números, como entender os rótulos dos alimentos ou o cálculo do troco em uma compra.
Retirado de revista Galileu

Apresentação

Olá pessoal,
Queria dizer que estamos realizando um projeto de muito tempo, onde escreveremos desde biodiversidade ate assuntos geopolíticos, espero que gostem.NÃO PERCA NOSSA ATUALIZAÇÕES Beijos Morg

Ola pessoal, e ai beleza?
Bom o biotek e o blog onde vcs vão encontrar curiosidades e novidades do mundo cientifico e tecnológico. Vamos abordar desde assuntos como, biodiversidade, nanotecnologio, biotecnologia, geopolítica entre outras. Então NÃO PERCA cada postagem.
Um abraço, Terra.